Nas eleições deste ano, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em sua resolução nº 23.191 que determina as regras para as propagandas eleitorais vedou qualquer tipo de "brincadeira" feita por humorísticos que, em seu capítulo VI, artigo 28, inciso II diz:
- usar trucagem, montagem ou outro recurso de áudio e vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação, bem como produzir ou veicular programa com esse efeito;
Essa determinação colocou uma mordaça em programas como o Pânico na TV, CQC e Casseta e Planeta. É notório a boa intenção do Tribunal em manter a integridade dos candidatos que concorrem ao pleito deste ano, só que ele se esqueceu que o humor é uma forma de alegria para a população e que, quem pratica tem a responsabilidade de não atingir a integridade moral de ninguém, seja ele candidato ou qualquer cidadão independente de posição social.
Qualquer pessoa que se sentir ofendida pode buscar seus direitos, isso é democracia. Com essa censura imposta aos programas humorísticos, nota-se um contraste de ironias. Por um lado, quem deveria fazer humor, brincadeiras, acorda todo dia frustrado em não poder fazer aquilo que sabe, que é levar alegria a população.
Por outro lado, a Justiça Eleitoral, órgão este que tem que transmitir seriedade, rouba a cena nestas eleições. O horário eleitoral gratuíto transformou-se em programa humorístico dada a quantidade de atores que esbanjam ironia, hipocrizia, quando falam para a sociedade.
Este órgão que se diz sério deveria se preocupar mais com a qualidade dos candidatos, elaborando leis que no mínimo, restringa certos absurdos como os que estão sendo vistos este ano, ao invés de querer censurar, ou melhor, "roubar a cena" dos que realmente tem a função de fazer palhaçadas, humor, brincadeiras. Fica a dica. Cada macaco no seu galho. O tiro desta vez saiu pela culatra.
- usar trucagem, montagem ou outro recurso de áudio e vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação, bem como produzir ou veicular programa com esse efeito;
Essa determinação colocou uma mordaça em programas como o Pânico na TV, CQC e Casseta e Planeta. É notório a boa intenção do Tribunal em manter a integridade dos candidatos que concorrem ao pleito deste ano, só que ele se esqueceu que o humor é uma forma de alegria para a população e que, quem pratica tem a responsabilidade de não atingir a integridade moral de ninguém, seja ele candidato ou qualquer cidadão independente de posição social.
Qualquer pessoa que se sentir ofendida pode buscar seus direitos, isso é democracia. Com essa censura imposta aos programas humorísticos, nota-se um contraste de ironias. Por um lado, quem deveria fazer humor, brincadeiras, acorda todo dia frustrado em não poder fazer aquilo que sabe, que é levar alegria a população.
Por outro lado, a Justiça Eleitoral, órgão este que tem que transmitir seriedade, rouba a cena nestas eleições. O horário eleitoral gratuíto transformou-se em programa humorístico dada a quantidade de atores que esbanjam ironia, hipocrizia, quando falam para a sociedade.
Este órgão que se diz sério deveria se preocupar mais com a qualidade dos candidatos, elaborando leis que no mínimo, restringa certos absurdos como os que estão sendo vistos este ano, ao invés de querer censurar, ou melhor, "roubar a cena" dos que realmente tem a função de fazer palhaçadas, humor, brincadeiras. Fica a dica. Cada macaco no seu galho. O tiro desta vez saiu pela culatra.
André Longarini
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