Ao ingressar na faculdade os acadêmicos já passam por aquela pressão psicológica. “Ah, no quarto ano que o bicho pega!”, isso desanima e deixa as pernas bambas de qualquer um.
Logo de inicio eu já sabia que queria trabalhar com algo social, algo que fizesse meu currículo ficar mais pesado na hora de procurar um emprego. Cheguei ao tráfico de drogas
Fiz entrevistas com delegados, psicólogo, psiquiatra, assistente social, e as peças fundamentais, um ex-usuário e um ex-traficante. Foram colhidos dados reais de uma vida triste, cheia de surpresas desagradáveis.
Ao longo do preparo para o trabalho um desgaste emocional tomou conta da minha vida profissional e acadêmica, o medo de não dar tempo, o receio de desapontar a todos com um trabalho medíocre. Mas estamos na reta final, nossos esforços serão recompensados e um futuro cheio de altos e baixos nos esperam para nos testar e aprovar quantas vezes precisar.
Cada noite sem dormir, cada refeição perdida ou cada lágrima, gritos de raiva valem a pena no final.
Ariane Silva
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