terça-feira, 16 de novembro de 2010

TCC: UMA EXPERIÊNCIA PARA TODA A VIDA

Boas e ruins, essas são as marcas deixadas pelo tão temido Trabalho de Conclusão de Curso


Todo acadêmico ao final de seu curso precisa fazer o temido TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), e a experiência de fazê-lo na maioria das vezes não é tão agradável, ou melhor, para muitos é um verdadeiro transtorno. O motivo do TCC, ser considerado algo tão ruim de se fazer, talvez seja pelo processo de elaboração do trabalho, que é lento, longo e trabalhoso!


Muitos são os que ficam literalmente loucos, desatinados, saem dos seus empregos e mudam totalmente a rotina de sua vida, para se dedicar ao famoso e considerado tão importante: TCC. E muitos até desistem de fazê-lo, deixam pra depois, pro ano que vêm e assim vai... De tão chato, ou talvez pela fama, ou até mesmo por comodismo.


Bem, comigo não foi nada diferente, eu confesso e concordo que realmente é bem desagradável fazer essa tal monografia – como também é conhecido o TCC-, às vezes “enche” a nossa paciência, é demorado, parece que nunca vai ter fim, mas também devo reconhecer que é uma experiência e tanto fazê-la!


A minha experiência de estar concluindo agora, no final do ano, o meu projeto, tem lá seu lado bom e ruim. O bom, é que pude aprender muito mais sobre o tema que escolhi para fazer meu trabalho. O ruim: perder alguns finais de semana com amigos, horas de sono, e confesso também, que fiquei meio “perturbada”, pois quando se trabalha o dia todo, e ainda se tem alguns a fazeres em casa, fica tudo mais complicado do que já é.


Essa experiência, nem tão agradável de se viver ficará para o resto de minha vida, e com certeza de todos que fizeram ou que ainda vão fazer os seus TCCs, pois irão passar muita dor de cabeça, mas também irão ampliar mais ainda o seu campo de conhecimento sobre determinados assuntos.


O que nos resta é tentar ter animo, e força de vontade, pois, quando pensa-se que já terminou o pesadelo, engano o seu, ou melhor, nosso! Pois ainda vêm as especializações pela frente, ou quem sabe – se o nosso animo permitir – outras futuras faculdades. É uma experiência que tem que ser vivida... Fazer o que, não é?!


Gabrielli Pinha

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